*glamurosa*

me diga o que você vê quando se olha no espelho

Saturday, July 08, 2006

Just walk away


"I'm looking for attention
Not another question
Should you stay or should you go
Well if you don't have the answer
Why you still standing here
Hey, hey, hey, hey
Just walk away

I want a love
I want a fire
To feel the burn, my desires
I want a man by my side
Not a boy who runs and hides
Are you gonna fight for me, die for me
Live and breathe for me
Do you care for me
Cause if you don't then just leave!"


Kelly Clarkson - walk away

>>> eis minha mensagem

Wednesday, March 01, 2006

What are the keys to your heart?

The Keys to Your Heart
You are attracted to obedience and warmth.
In love, you feel the most alive when things are straight-forward, and you're told that you're loved.
You'd like to your lover to think you are flexible and ready for anything!
You would be forced to break up with someone who was ruthless, cold-blooded, and sarcastic.
Your ideal relationship is lasting. You want a relationship that looks to the future... one you can grow with.
Your risk of cheating is zero. You care about society and morality. You would never break a commitment.
You think of marriage as something precious. You'll treasure marriage and treat it as sacred.
In this moment, you think of love as commitment. Love only works when both people are totally devoted.

Saturday, January 28, 2006

O dia tão esperado chegou!

Eu sei que deveria contar da colação antes, mas não consigo me conter.

É HOJEEEEEE!!!!

Finalmente chegou o dia do Baile de Formatura.
Só caiu a ficha ontem, hoje eu estou uma pilha de nervos.
Vai dar tudo certo, vai ser lindo, mto especial e perfeito. Vai!

Na verdade só entrei pra escrever isso. Louca.

Thursday, January 26, 2006

Kd meu espetinho??

Não tive tempo ainda de falar do churrasco.
Acho que demorou um pouco para eu absorver o que aconteceu lá, toda a bagunça, o clima super bacana, o sol o dia inteiro...

A pequena viagem começou - pra mim - às 8h30 qdo eu acordei do nada depois de ter dormido super pouco pós-balada. Achei que ficaria quebrada no churras mas nem foi o caso!
Encontrei a Déa, a Sil e a Paula no metrô e esperamos a Leticia. O caminho até a chácara foi sussa, relevando-se obviamente o último trecho de 500m da Raposo com um trânsito surreal. Mas tudo bem...

A chácara era bonitinha. Tinha até campo de futebol, onde tiramos a foto da turma, que by the way ficou bastante "natural".
Teve uma clássica só com as meninas, óbvio, eu morrendo de vergonha da minha brancura característica... mas sendo como sou, só fiz piada em cima da minha própria condição.
A gente ficou na piscina quase o tempo todo, várias latinhas de cerveja sendo tomadas dentro da água (isso eu não gostei) e eu e as meninas dividindo uma garrafa de jurupinga - maravilha! - que estava no carro da Lê.

No final das contas o mais legal foi o clima de confraternização mesmo. As pessoas quebraram paradigmas e isso foi o mais bacana. Dancei funk dentro da piscina, a dança do morto fora e com direito a filmagem. Tomei jurupinga, coisa que nunca tinha feito, desfilei de biquíni na frente de todo mundo, e que se dane. Sou brancona mesmo, tá tudo caindo mesmo e que se exploda!
Mostrando a língua pra todos!!!!
(a Fê tava divertidíssima... dei mta risada!)

Queria muito ter vários churrascos desses. Ou ver esse pessoal nesse clima com mais freqüência. Foram tantos momentos estressantes, tantas intrigas, desgastes, parece que a água limpou nessas almas, e lá todo mundo era igual. Uma sensação de limpeza, não sei descrever. Pela primeira vez em muito tempo eu vi que poderia sentir saudade não só da PUC como um todo, mas da minha turma, desses meus amigos. De momentos como esses.
Nos próximos 50 anos da minha vida eu sou me lembrar desse dia como um dos melhores da minha vida.

Hoje à noite é a Colação. Vai demorar uma semana pra eu digerir e escrever também, já estou prevendo.

A prova do crime...


Ali Babar, sexta passada - Foto tirada no celular do Rafa, escura mas tudo bem, quem mandou eu não levar a minha Nikon?
(ah, pra quem não entendeu, o crime foi ter ido pra balada com pessoas da FAAP! hahahah)

Saturday, January 21, 2006

e o fds nem começou direito!

Ontem fui pra balada com faapianos. E foi *mto* legal.
(Deus do céu, tem gente q vai me xingar até...)

Fomos no Ali Babar, aniversário de um amigo do Rafa, meu amigo "faaper". Barzinho sussa, odaliscas fazendo apresentações de dança do ventre, pista vazia, eu e a Paola dançando numa vitrine pras pessoas da rua. Ri demais. Me senti mto bem, todo mundo conversando comigo apesar de eu ser "de fora". Todos os amigos foram legais.
Uma hora me perguntei se se fossem pessoas da PUC agiriam da mesma forma. Tenho minhas dúvidas, mas ok, não vamos generalizar.

Umas duas da matina, o Luciano - amigo promoter da Paola - nos levou para o Cabaret. Nossa, muito bom!!! Balada não muito cheia, música boa, lugar ótimo e com ventilação. Ave, o que eu passei de calor na outra não está escrito! Dancei até quebrar. Tinha torcido o pé na outra baladinha, agora tá doendo horrores, mas valeu a pena. Fechei a noite com chave de ouro por outros motivos, mto feliz mesmo.

Fui com o Rafa no Mc Café da Bandeirantes comer alguma coisa depois. Não ia conseguir domir com fome. Na verdade nem consegui, dormi 3h30 e despertei sozinha e não consegui voltar a dormir. Trash! =(

E hoje tem churras dos formandos, vai ser o caaaaaos! Hahahaha
E o fim-de-semana nem começou!

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Oh, thinking about all our younger years
There was only you and me
We were young and wild and free
Now nothing can take you away from me
We've been down that road before
But that's over now
You keep me coming back for more

Baby, you're all that I want
When you're lying here in my arms,
I'm finding it hard to believe
We're in heaven
And love is all that I need,
And I found it there in your heart
It isn't too hard to see
We're in heaven

Oh, once in your life you find someone
Who will turn your world around
Pick you up when your feeling down
Now nothing could change what you mean to me
There's a lot that I could say
But just hold me now
Cause our love will light the way

Baby you're all that I want
When you're lying here in my arms,
I'm finding it hard to believe
We're in heaven
And love is all that I need,
And I found it there in your heart
It isn't too hard to see
We're in heaven

I've been waiting for so long
For something to arrive
For love to come along
Now our dreams are coming true
Through the good times and the bad
I'll be standing there by you

Baby you're all that I want
When you're lying here in my arms
I'm finding it hard to believe
We're in heaven
And love is all that I need,
And I found it there in your heart
It isn't too hard to see
We're in heaven
Oh, Oh
Oh, Oh
We're in heaven

>>> Heaven.DJ Sammy
essa marcou a noite...

Tuesday, January 17, 2006

Milene, por ela mesma

Eu cheguei à brilhante conclusão de que eu sou *estranha*.
Não sou congruente com nada do que digo, do que penso que sou.
Às vezes nem sei descrever o que realmente sou.

Algumas pessoas me conhecem por ser expressiva; quando na verdade existem situações em que eu nem abro a boca por total insegurança quanto ao que devo dizer.
Outros me conhecem pela minha paixão pelas coisas, pelo que eu faço; algumas vezes essa mesma paixão me falta e me faz fraquejar frente aos objetivos.
Minhas amigas diriam que sou romântica, pelas coisas q digo, e pelo que escrevo; eu diria q sou facilmente iludida voluntariamente, ou seja, eu me deixo levar.
Quem não me conhece veria uma garota inteligente; eu já digo que sou sortuda e às vezes dou a resposta certa, mas na maioria das vezes eu não sei a resposta.
Eu sou ansiosa demais, sempre estrago tudo nos meus relacionamentos por causa disso. Não espero acontecer, o que pode ser confundido com "atitude" às vezes esconde uma tremenda insegurança em perder o momento.
Sou sagitariana, impulsiva e sincera demais; digo o que penso e acabo machucando as pessoas.
Me apaixono sempre pelas pessoas, me apego e não quero vê-las longe; às vezes eu mesma me distancio. Procuro um cara com afinidades, não dá certo, procuro alguém diferente de mim, dá mais errado ainda. Não vou mais procurar.
Brigo com meus pais e depois me vejo fazendo como eles. Me sinto velha demais em muitas ocasiões.
Sou fresca com algumas coisas, compadecente com muitas outras; sou ciumenta com meus amigos e estou aprendendo a ter mais amor-próprio quando me relaciono.
Falo demais, sou expressiva demais, faço drama com a minha própria vida; estou aprendendo a me resguardar, a não "estampar" na cara o que eu penso.
Fiz uma stripper no teatro pra desafiar a mim mesma e vencer meu medo de ficar com pouca roupa na frente de muitas pessoas. Foi libertador. Mesmo assim ainda acho difícil ouvir de um amigo q ele me acha "gostosa". Incomoda mto.
Choro muito, sou muito sensível às fantasias da minha cabeça. Sou estressada porque tenho mania de perfeição e uma vontade incontrolável de fazer as coisas acontecerem.
Sou apaixonada pelo que eu faço, seja o que for. Sou atriz pelo coração e internacionalista pela razão, amo ambos com a mesma intensidade e certeza.
Sei que tenho um lugar no mundo e uma alma gêmea reservada para mim; mas todos os dias acordo com medo de não encontrá-los. Quando vou dormir tenho certeza de que existem e amanhã estarei mais próxima deles.
Tenho um milhão de incertezas. Nenhuma previsão sobre o futuro.

Sou simplesmente humana.

E tudo isso pq numa leitura de tarô que minha amiga Dani fez, saiu que eu tinha de me conhecer melhor. E eu não sei como farei isso, mas já foi um grande passo essa reflexão.

Friday, January 13, 2006

As sem razões do amor


Estou tecnicamente apaixonada.
Como? eu explico.

Eu tenho os sintomas de uma apaixonada, suspiro sozinha, vejo o rosto dele na multidão, checo o celular a cada 5 min se ele não ligou ou mandou msg... penso e todas as vezes ele aparece na minha imaginação solitária. Toda vez q conto algo pras minhas amigas, faço alguma associação com algo q ele disse ou fez. Sonho com ele à noite ou acordada mesmo.
Como uma mãe zelosa, me preocupo e espero q ele esteja bem. Como uma amiga, quero-o por perto sempre, pra comentar cada minuto do meu dia. Como amante, quero entrelaçar meus braços em volta do seu pescoço e dizer-lhe baixinho ao ouvido como senti sua falta. E se eu puder provar com beijos então; mais apaixonada serei.
Tecnicamente por que ele nem sabe o que sinto por ele.
Queria poder dizê-lo, mas não posso. Um dia, quem sabe, eu lhe direi.

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As sem razões do amor

Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.

Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.

Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.

Carlos Drummond de Andrade